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segunda-feira, 17 de setembro de 2012

GANHEI UM SELINHO!

Estava passeando pelo blog e qual foi a minha surpresa, um comentário na minha página dizendo que havia um selinho para mim, a curiosidade me levou imediatamente ao blog do remetente do comentário, e faço questão de transcrever o que encontrei por lá.
SELO: "ESTE BLOG É PERFEITO..."
Fazia tempo em que não éramos premiadas com um selo. Para compensar fomos premiadas com o mesmo selo duas vezes! Os posts com indicações de Clássicos, não antigos (por Mácia Moreira) e de Filmes, Filmes, Filmes! (por Danielle Carvalho) foram publicados com uma diferença de apenas 3 dias!
A premiação é voltada para blogueiras, e determina que as laureadas presenteiem outros bons trabalhos na blogsfera. Depois de muita discussão no sofá chegamos a alguns nomes que agradam as três blogueiras cinéfilas, que aqui escrevem. São elas:
Quiet things that no one ever knows - por Bel.
Amenidades - por Lindsay Azambuja
Você se lembra? - por Karol
Crônicas e afins - por Nayra Garofle
Uma Leitora - por Paola Severo
OBRIGADA MENINAS DO DVD, SOFÁ E PIPOCA

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Pra você...

Sentada na calçada parada, amuada...

A lágrima já não sabe mais se
desce ou se seca de vez

Sentada na calçada, sem canudo e canequinha
percebe que deixou de ser criança de vez.

sábado, 21 de maio de 2011

Voltei

Voltei a ouvir jazz
Voltei a escrever
Voltei a ficar só
Voltei a planejar viagens
Voltei a ler
Voltei a comprar DVDs
Voltei a frenquentar livrarias
Voltei a passear nas tardes de sábado

terça-feira, 17 de maio de 2011

Resposta

Não tive fadas
Mas tenho uma tia
Que sempre me ouve e me aconselha
E me faz sentir uma princesa

Não tive madrinha
Mas tenho uma tia
Que foi conquistar a vida
E voltou pra me ensinar
Que o caminho só existirá quando eu por ele passar

Não tive amigas
Mas tenho uma tia
Que me anima, que motiva, que encanta
E que pra mim
Será sempre, mais que fada, madrinha ou amiga.

De tempos em tempos

De tempos em tempos nos perdemos de nós mesmos e quando isso ocorre, o cenário que é visto a frente é algo parecido com o deserto, um terreno árido, seco, sem água. A vida nesse lugar deserto é solitária, apesar do convívio com os nativos que vivem se camuflando para defender a própria existência.

O relacionamento com a sede passa ser encarado com naturalidade e o desespero pela água fica amortecido, a visão fica ofuscada pelo brilho intenso do sol e o desejo de fugir do deserto vai ficando distante.

O corpo desiste, mas a mente insiste em trazer à memória as lembranças que trazem esperança: a visão do oásis, a canção do salmista, o clamor aos céus.

De tempos em tempos quando estávamos perdidos de nós mesmos e fomos resgatados, ficamos como quem sonha, voltamos o olhar para o alto, encontramos a nossa existência, a nossa origem, a nossa razão.

domingo, 15 de maio de 2011

Yessika

Não tive filhos
Mas tenho uma sobrinha
Que enfeita a vida todo dia
Fica de cara emburrada de boca fechada
Mas tem muita garra

Não tive filhos
Mas tenho uma sobrinha
Que ao ler um livro
Descobre Gabito
Larga a cara amarrada e passa a dar risada

Não tive filhos
Mas tenho uma sobrinha
Que me anima, que imagina, que fantasia
Na sua caminhada
Será sempre por mim amada.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Texto lindo do João Alexandre

Cuida do passarinho e também da flor,
Eles esperam pelo teu amor!
Faz do teu lar um ninho e
Do mundo um chão
Onde se plante paz e comunhão!
Para que brote e cresça
A mais viva semente;
Para que a gente tenha o que colher.
Para que o pão que venha a ser por nós assado
Seja um sinal traçado de viver.

Faz uma nova casa
Na varanda do velho chão,
Convida teu irmão pra vir morar contigo;
Planta paredes novas,
Feitas para servir de lar e abrigo.
Faz um café gostoso,
Põe a mesa no teu jardim;
Deixa que assim as plantas
Tenham paz contigo;
Convida o universo;
Faz a festa ganhar maior sentido!

Cuida da tua morada!
Cuida do pequeno mundo!
Deixa teu irmão bem perto
Livre...

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Menina do nariz vermelho

E ela fica lá!
Os olhinhos atentos a tudo que passa
e o nariz vermelho
passa vento, catavento.
E ela fica lá!

A janela bate
a mãe chama
o nariz vermelho.
E ela fica lá!

A chuva vem
a janela fecha
a mãe zanga.
O nariz vermelho.

Sorriso abre
olhinho brilha
a mãe perdoa.
E o nariz...
continua vermelho.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Felizes

Aqueles que tem chuveiro a gás em Curitiba!

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

No Aeroporto

Um sujeito sentado com as pernas sobre a cadeira lê algum texto no seu notebook ao mesmo tempo em que fala ao celular.

Nesse momento uma atendente de lanchonete se aproxima da mesa com duas bandejas nas mãos; ao entregá-las repletas de alimentos se desculpa pelo atraso do pedido.

A resposta do cidadão, cujo celular continua na orelha e as pernas descansadas sobre a cadeira foi, pelo menos para mim, inusitada.

- Não tem problema! Não vou comer tudo, é só para não faltar.

Ora, que pessoa em sã consciência pede uma quantidade de comida a mais, pagando por isso, só para não faltar?

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Texto de João Alexandre

O mundo há de passar e toda profecia
Os dons, as línguas e tudo mais que existir
Porém como aquele que foi
Hoje é e pra sempre há de ser
O amor é a essência de Deus
E pra sempre também vai viver

Bondoso e sem rancor, fiel e consciente
Humilde e sofredor, espera tão somente
Justo e verdadeiro, tudo suporta e tudo crê
Tão puro e perfeito é o amor
Não busca interesse ou favor
Mistério, expressão, vida e luz do Senhor

Se eu pudesse saber destinos ou futuros
Fazer mover as montanhas com minha fé
Se eu pudesse falar qualquer língua
Em qualquer lugar
E desse os meus bens ao mais pobre
Ou morresse em favor de alguém

Se não tivesse amor, de nada valeria
Se não tivesse amor, proveito algum teria
Fria e sem razão a vida, então, passaria
Vazio seria o falar
Um sino que insiste a tocar
Se dentro de mim não valesse o amor

terça-feira, 27 de julho de 2010

Momento poesia 4

Luz, luz que renasce a cada manhã
a cada momento a cada sentimento.
Sentimento esse procurado
mas não encontrado.
Ao ser achado deixo o lugar vago.
Encontro o sonho, busco o seu dono,
prossigo na busca, vou a luta da hora
da minha história.
É agora!
Vejo o tempo passar, o sonho parece voar
preciso agilizar...o medo volta a atacar,
preciso me encorajar, acreditar,
confiar no dono desse sonho
e esperar ele se concretizar.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Momento Poesia 3

Como é bom te ver
te falar, te escutar
até te esperar desmontar
você é especial, tem seu lugar;
Deixa estar
um dia você há de o ocupar
o lugar tão sonhado, almejado
procurado e talvez encontrado.
Deixa estar
o hoje vai chegar
o dia da espera acabar
mais rápido que o seu pensar.
Deixa estar
a procura do lugar vai cessar
e não vai tardar.

Momento Poesia 2

A vida é cheia de surpresas
e se assemelha ao solo
da guitarra com destreza.
Entra na música sutilmente
cheio de encanto docemente
completando a beleza do som.
Som esse já esperado
como o namoro terminado.
Fica na lembrança
o olhar, o solar já acabado.
Mas a música continua
levando seu canto, júbilo, pranto.
A vida continua
levando riso, brio, encanto
aos entediados pelo namoro findado...
...pelo solo acabado.

Momento Poesia

Mar, sol, lua, luar,
encanto, magia e pureza no olhar,
Estrelas a brilhar?

Busca, busca incessante do ser.
No ar a procura de um lugar
para naufragar a tristeza do olhar

É preciso enxergar?
É preciso buscar
procurar sem cessar
até encontrar a resposta
para esse olhar.

Morrer

Esse negócio de morrer é tão estranho! A gente passa por uma vida toda fingindo que a morte não existe. Mas quando alguém perto da gente morre nos é roubado o direito de ver, de conversar, de estar perto desse alguém. De repente, a pessoa está com a gente e no próximo momento não está. Na nossa insignificância e impotência não podemos fazer nada para impedir esse distanciamento imediato e eterno de quem amamos.

Brinquedo

Livro é um brinquedo que não acaba, pois toda vez que se lê é diferente.

sábado, 3 de abril de 2010

Vinicius de Morais um dia disse:

"Eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivesse morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos!
A algum deles não procuro, basta-me saber que eles existem.
Esta mera condição me encoraja a seguir em frente pela vida...
mas é delicioso que eu saiba e sinta que os adoro, embora não declare e não os procure sempre..."

Muito bonito!

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Entrevistas

Como todo fã que segue seu ídolo por onde quer que ele vá, essa semana segui a trilha de um ator que muito me agrada. A saga começou com uma entrevista no programa do Jô Soares e dois dias depois outra entrevista, porém dessa vez no programa da Marília Gabriela. No final da semana, andando por um shopping entrei em uma loja que vende revistas e me deparei com uma capa que estampava o rosto do ídolo, é claro que não resisti e acabei lendo a entrevista concedida para esse veículo.

O que percebi é que as três entrevistas são muito semelhantes, engraçado que até a resposta do entrevistado em alguns casos se repete, a dúvida que me veio a mente é que sendo os entrevistadores distintos, como é que as perguntas podem girar todas sobre a mesma temática? É difícil de acreditar que os entrevistadores não teriam perguntas diversas.

Foi nesse momento que meus olhos foram abertos e todo aquele romantismo de acreditar que um programa de entrevista não era promocional, e que realmente existia o puro interesse de passar a informação como ela é, caiu por terra.

Não podemos afirmar nada, mas o que parece ser é que um belo roteiro de perguntas é construído e distribuído para os veículos antes da entrevista acontecer e mais ainda, também nos dá a impressão, de que assim como é enviado um release para vários jornais, com a tentativa de divulgar ou promover um produto ou serviço, assim também acontece com os programas de entrevista. Quando um “produto” precisa de “promoção” cria-se um roteiro e começa divulgação.

sábado, 28 de março de 2009

Saudade

Tem dias que bate uma saudade dela, não sei explicar muito bem, mas quando ouço a Amy Winehouse me lembro dela, hoje é um desses dias. Por que a Amy me lembra ela? Não sei, deve ser a associação que faço por achar a voz e a canção da Amy uma das coisas mais lindas que escutei nos últimos meses e como para mim ela era assim, a coisa mais linda e fantástica que conheci pela minha vida toda, devo fazer essa associação.

Saudade, dizem que só nós os latinos sabemos o que é esse sentimento, não sei ao certo se isso é bom ou ruim, sei que a minha saudade é daquela de até hoje, depois de cinco longos anos, não ter diminuído em nada. Ainda a vejo com seu sorriso lindo correndo pra me abraçar quando eu chegava de viagem, nunca vou esquecer esse rosto e essa cena.

A minha saudade é daquelas que ainda tenho vontade de poder contar as minhas alegrias e conquistas pra ela e saber que a vibração dela comigo é verdadeira, que a minha vitória é a dela também. A minha saudade é daquelas de que em dias conturbados eu gostaria de poder contar tudo pra ela e escutá-la por horas, ouvindo suas palavras com a sua imensa sabedoria que sempre me tranqüilizava e me deixava em paz. A minha saudade é daquelas que eu não tenho vontade de contar nada pra ninguém, pois as outras pessoas não me compreendem como ela compreendia. A minha saudade é daquelas de que eu nunca mais me alimentei direito, porque não consegui aprender a comer outra comida que não seja aquela que ela fazia para mim.

A minha saudade é diária, é constante, é o que a faz permanecer viva na minha memória e nos meus sentimentos. A minha saudade, me move pra frente, me faz continuar vivendo, me faz buscar novas conquistas, pois tenho o compromisso comigo mesma de honrar o nome que ela me deu, tenho a obrigação de ser pelo menos perto daquilo que ela queria que eu fosse. A minha saudade é a forma que eu tenho de continuar com ela.

Saudades de você, minha linda mãe, te amo para sempre!